Cansei. E nem sei dizer de quê.
É, de novo aqueles dias em que não há ânimo. Nem dias inteiros, horas. Ou talvez dias inteiros camuflados por distrações, mas que trazem no silêncio da noite o vazio. Vazio. Necessidade. De quê? Você sabe. Ou talvez não.
Talvez saiba, mas não sabe como preencher, como conseguir.
Algo define, afinal? Acho que não.
"...Tempo, tempo tempo... Já não me assustas mais. Acho que me acostumei com sua passagem. Cedi ao fato de que és livre, e que tens pressa.
Mas vez ou outra ainda te enrolo, e te faço parar por um instante. Te faço demorar um pouco enquanto eu olho nos olhos de quem amo. Enquanto eu gravo os momentos na memória,esperando a saudade chegar.
És livre, tens pressa, mas ainda guardo um pedacinho de ti, quando passas por mim. Te guardo quando percebo que não te tenho, e que daqui a pouco, me vou junto contigo."
Mas vez ou outra ainda te enrolo, e te faço parar por um instante. Te faço demorar um pouco enquanto eu olho nos olhos de quem amo. Enquanto eu gravo os momentos na memória,esperando a saudade chegar.
És livre, tens pressa, mas ainda guardo um pedacinho de ti, quando passas por mim. Te guardo quando percebo que não te tenho, e que daqui a pouco, me vou junto contigo."
terça-feira, 9 de agosto de 2011
quinta-feira, 4 de agosto de 2011
"I need some distraction."
Distrações. Tiram nossa atenção do centro dos problemas. Bom ou ruim?
Nos desaceleram e nos pedem pra parar. Descansar, por a cabeça no lugar e procurar uma solução viável.
Mas também nos pedem pra ser centro ás vezes. Atrapalha.
De fato é mais fácil trocar os problemas por distrações. Mas elas também acabam.
Já os problemas, permanecem lá, esperando - e prejudicando cada vez mais - sua boa vontade de enfrentá-los.
Distrações. Tiram nossa atenção do centro dos problemas. Bom ou ruim?
Nos desaceleram e nos pedem pra parar. Descansar, por a cabeça no lugar e procurar uma solução viável.
Mas também nos pedem pra ser centro ás vezes. Atrapalha.
De fato é mais fácil trocar os problemas por distrações. Mas elas também acabam.
Já os problemas, permanecem lá, esperando - e prejudicando cada vez mais - sua boa vontade de enfrentá-los.
sexta-feira, 29 de julho de 2011
"The only exception."
De exceção em exceção quebramos as regras. Os padrões estabelecidos por nós mesmos, a não fazer. Só dessa vez, e mais só dessa vez. E só mais uma.
A cada vez mais prejudicial. Cada vez mais esperando de coisas que não nos dão. Essa vai ser única, e amanhã será a última. Assim começam os vícios.
E quanto vício oculto agente tem. Vício em pessoas, em sentimentos, em situações.
Seria bom se respeitássemos as placas de: "Não faça, sem exceções."
De exceção em exceção quebramos as regras. Os padrões estabelecidos por nós mesmos, a não fazer. Só dessa vez, e mais só dessa vez. E só mais uma.
A cada vez mais prejudicial. Cada vez mais esperando de coisas que não nos dão. Essa vai ser única, e amanhã será a última. Assim começam os vícios.
E quanto vício oculto agente tem. Vício em pessoas, em sentimentos, em situações.
Seria bom se respeitássemos as placas de: "Não faça, sem exceções."
quinta-feira, 28 de julho de 2011
"E por um instante gostaria que saudade fosse capaz de trazer de volta. Um instante apenas."
Te trazer de volta, trazer de volta tanta coisa que ficou pra trás, e que não volta mais. Trazer de volta o sorriso mais simples, a música mais calma, o passeio mais demorado. A chuva fina, o calor insuportável. Tanta coisa que já não é mais a mesma. Tantas tardes que ficaram pra trás.
Um instante apenas. Após ele o mundo volta e sufoca a saudade, e me faz voltar ao ritmo de fazer tantas coisas sem senti-las.
quarta-feira, 27 de julho de 2011
De novo me pego pensando como as coisas antigamente tinham mais valor. Eram mais difíceis, mais gostosas, passavam mais rápido. Ou talvez sejam as pessoas que passaram a dar ainda menos valor ás coisas.
Uma torta de biscoito durava as primeiras horas da tarde de domingo. Hoje fica até quarta na geladeira; sem que me dê vontade de não largar a travessa.
Uma torta de biscoito durava as primeiras horas da tarde de domingo. Hoje fica até quarta na geladeira; sem que me dê vontade de não largar a travessa.
terça-feira, 26 de julho de 2011
segunda-feira, 25 de julho de 2011
Escrever pra afirmar um sentimento. Escrever pra sentir. Escrever pra descobrir verdades ocultas no ser. Escrever para tentar descrever mil detalhes em cada simples coisa. Escrever para externar pensamentos, externar desejos. Escrever pra expressar idéias.
Escrever. No papel, na areia, na tecla, na mente, no coração.
Um parabéns á todos nós, escritores de nossa própria história.
Que deixemos nossa assinatura na vida e nos corações.
24/07 - Dia do Escritor.
Escrever. No papel, na areia, na tecla, na mente, no coração.
Um parabéns á todos nós, escritores de nossa própria história.
Que deixemos nossa assinatura na vida e nos corações.
24/07 - Dia do Escritor.
Voltar Para Casa.
O que há de melhor?
Passar por tantos lugares, tantas pessoas, tantas tentativas, tantos momentos que te fazem continuar e continuar ás vezes sem saber para onde vai.
Voltar pra casa e sentir que tudo continua ali, seu cantinho. Seu lugar. Onde é realmente seu, onde realmente é você. Se perder agora nos braços do conforto que só seu lar pode te trazer.
Onde estamos? É hora de voltar pra casa. Pra nossa casa.
Passar por tantos lugares, tantas pessoas, tantas tentativas, tantos momentos que te fazem continuar e continuar ás vezes sem saber para onde vai.
Voltar pra casa e sentir que tudo continua ali, seu cantinho. Seu lugar. Onde é realmente seu, onde realmente é você. Se perder agora nos braços do conforto que só seu lar pode te trazer.
Onde estamos? É hora de voltar pra casa. Pra nossa casa.
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