A contragosto, estou começando a acreditar que na verdade, gentileza gera gente folgada.
03/07
"...Tempo, tempo tempo... Já não me assustas mais. Acho que me acostumei com sua passagem. Cedi ao fato de que és livre, e que tens pressa.
Mas vez ou outra ainda te enrolo, e te faço parar por um instante. Te faço demorar um pouco enquanto eu olho nos olhos de quem amo. Enquanto eu gravo os momentos na memória,esperando a saudade chegar.
És livre, tens pressa, mas ainda guardo um pedacinho de ti, quando passas por mim. Te guardo quando percebo que não te tenho, e que daqui a pouco, me vou junto contigo."
Mas vez ou outra ainda te enrolo, e te faço parar por um instante. Te faço demorar um pouco enquanto eu olho nos olhos de quem amo. Enquanto eu gravo os momentos na memória,esperando a saudade chegar.
És livre, tens pressa, mas ainda guardo um pedacinho de ti, quando passas por mim. Te guardo quando percebo que não te tenho, e que daqui a pouco, me vou junto contigo."
quinta-feira, 17 de outubro de 2013
quinta-feira, 10 de outubro de 2013
quarta-feira, 2 de outubro de 2013
sexta-feira, 6 de setembro de 2013
sábado, 3 de agosto de 2013
sábado, 20 de julho de 2013
“…
_ Hum…e o que mais? – fui para a sala e me sentei em frente a ele, que se apoiou sobre os joelhos.
_ Aí então, como fim de todo o plano, te seguraria e roubaria um beijo.
Inclinei-me também, aproximando-me de seu rosto.
_ Você não teria coragem.
_ Tem certeza?
_ Uhum.
E me beijou. Nos beijamos. Me permiti ceder enquanto ele passava a mão por entre meu cabelo.
Quando paramos, sorri, e ele disse:
_ Quem é que não tem coragem?
_ Acha mesmo que foi um teste de coragem?
Ele riu.
_ Você sempre consegue o que quer – acariciou meu rosto - . Não é justo.
_ O mundo não é justo.
Me levantei disposta á voltar para a cozinha, quando ele segurou meu braço.
_ Onde pensa que vai?
_ Pra cozinha.
_ Não mesmo. – Me puxou pro sofá e voltou a me beijar.
Por um instante, eu quis não precisar ir embora. E nos próximos também.
…”
Meados de 2012
_ Hum…e o que mais? – fui para a sala e me sentei em frente a ele, que se apoiou sobre os joelhos.
_ Aí então, como fim de todo o plano, te seguraria e roubaria um beijo.
Inclinei-me também, aproximando-me de seu rosto.
_ Você não teria coragem.
_ Tem certeza?
_ Uhum.
E me beijou. Nos beijamos. Me permiti ceder enquanto ele passava a mão por entre meu cabelo.
Quando paramos, sorri, e ele disse:
_ Quem é que não tem coragem?
_ Acha mesmo que foi um teste de coragem?
Ele riu.
_ Você sempre consegue o que quer – acariciou meu rosto - . Não é justo.
_ O mundo não é justo.
Me levantei disposta á voltar para a cozinha, quando ele segurou meu braço.
_ Onde pensa que vai?
_ Pra cozinha.
_ Não mesmo. – Me puxou pro sofá e voltou a me beijar.
Por um instante, eu quis não precisar ir embora. E nos próximos também.
…”
Meados de 2012
sexta-feira, 5 de julho de 2013
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