"...Tempo, tempo tempo... Já não me assustas mais. Acho que me acostumei com sua passagem. Cedi ao fato de que és livre, e que tens pressa.
Mas vez ou outra ainda te enrolo, e te faço parar por um instante. Te faço demorar um pouco enquanto eu olho nos olhos de quem amo. Enquanto eu gravo os momentos na memória,esperando a saudade chegar.
És livre, tens pressa, mas ainda guardo um pedacinho de ti, quando passas por mim. Te guardo quando percebo que não te tenho, e que daqui a pouco, me vou junto contigo
."

quinta-feira, 17 de outubro de 2013

A contragosto, estou começando a acreditar que na verdade, gentileza gera gente folgada.

                                                                                                             03/07

quinta-feira, 10 de outubro de 2013

Se tem uma coisa que eu aprendi, é que há sempre outras histórias. As bifurcações no caminho guardam cada uma a sua surpresa.

quarta-feira, 2 de outubro de 2013

"Avassalador” é o que reduz outro à condição de vassalo. 

Paixões que tiram o ar, o chão, o juízo, a razão. Paixões que nos submetem a serviço de um desejo, que nos (des)controla segundo suas leis imorais.
Paixões avassaladoras.

sexta-feira, 6 de setembro de 2013

Lá fora o mundo desaba, desarma, se acaba.
E dentro de mim, as coisas conflitam. O tempo todo.

sábado, 3 de agosto de 2013

"Ser livre é, frequentemente, ser só." , ela escreveu e colou no espelho. Fazia disso uma oração. 
O fez para lembrar-se sempre de que este parecia ser o preço por ser quem era.
E, afinal, não era tão alto assim.
Sabe qual é? As pessoas se desacostumaram a serem amadas. Amor sem interesse. Amor por gostar, por se importar. E quando isso lhes acontece, a confusão se instaura.

sábado, 20 de julho de 2013

“…
_ Hum…e o que mais? – fui para a sala e me sentei em frente a ele, que se apoiou sobre os joelhos.
_ Aí então, como fim de todo o plano, te seguraria e roubaria um beijo.
Inclinei-me também, aproximando-me de seu rosto.
_ Você não teria coragem.
_ Tem certeza?
_ Uhum.
E me beijou. Nos beijamos. Me permiti ceder enquanto ele passava a mão por entre meu cabelo.
Quando paramos, sorri, e ele disse:
_ Quem é que não tem coragem?
_ Acha mesmo que foi um teste de coragem?
Ele riu.
_ Você sempre consegue o que quer – acariciou meu rosto - . Não é justo.
_ O mundo não é justo.
Me levantei disposta á voltar para a cozinha, quando ele segurou meu braço.
_ Onde pensa que vai?
_ Pra cozinha.
_ Não mesmo. – Me puxou pro sofá e voltou a me beijar.
Por um instante, eu quis não precisar ir embora. E nos próximos também.
…
” 


                                                             Meados de 2012

sexta-feira, 5 de julho de 2013

Lindo! Tesão! Bonito... só que não. '--'