"...Tempo, tempo tempo... Já não me assustas mais. Acho que me acostumei com sua passagem. Cedi ao fato de que és livre, e que tens pressa.
Mas vez ou outra ainda te enrolo, e te faço parar por um instante. Te faço demorar um pouco enquanto eu olho nos olhos de quem amo. Enquanto eu gravo os momentos na memória,esperando a saudade chegar.
És livre, tens pressa, mas ainda guardo um pedacinho de ti, quando passas por mim. Te guardo quando percebo que não te tenho, e que daqui a pouco, me vou junto contigo
."

quinta-feira, 7 de junho de 2012


O que não faria diferença pra quem não valoriza... é sem brilho pra quem pensa, 
e sente diferente. Ou sou eu que o faço? Talvez o valor exagerado seja sempre
atribuído por mim mesma, que insiste em ver as coisas diferentes do que elas são.
Ou são, e ninguém mais viu?

terça-feira, 5 de junho de 2012

"...E isso já me doeu tanto. A tua ausência já me doeu tanto. Mas apesar de uma ou outra lágrima de saudade, a tua lembrança hoje me trás sorriso." 
                                                  Meados de 2011. 

domingo, 3 de junho de 2012

Por que você faz isso comigo? E por que te deixo fazê-lo?
Não é justo. Pra nenhum de nós. 

quinta-feira, 31 de maio de 2012

Tão importante é o todo que me contento, se preciso, com parte. Com o pouco que temporariamente me é oferecido. Por respeitar e acreditar.
Bom, 31/05/12. Pois é. Quase metade do ano se foi. Aquele ano que pareceu começar ontem.
O que mudou? Não sei nomear ou quantificar. Coisas surgiram, é fato. Mas, mudanças? Ainda acho difícil dizer.
As coisas tomam seu rumo... E acontecem, sempre, na hora certa.

Acredito, ainda, sempre. Ainda que ás vezes eu tenha uma fé abalada.
Sonho, ainda, sempre. Ainda que eu me recrimine depois, por serem infantis.
Vivo, ainda, sempre. Mesmo que em um dia ou outro seja difícil ficar de pé.
Espero, ainda, um tempo que de alguma forma eu sei que vai chegar. Só não tenho certeza se vou saber reconhecê-lo.
Se eu não souber, que eu saiba ao menos vivê-lo. 

terça-feira, 29 de maio de 2012

Talvez seja uma questão de costume mesmo, tudo isso. Talvez meu começo pra chegar onde estou tenha sido difícil, e eu não me lembre. Talvez...
Eu sempre me rendo. O pensamento vem, e eu o deixo tomar conta de mim. Encher-me de vontades fúteis e inverdades que me levam... Me rendo diante de sua força e minha fraqueza. Me rendo ao ser cercada, e perco. Sempre.
Isso porque, eu pensava não ser de perder. 

segunda-feira, 28 de maio de 2012

E idiota fui eu, de pensar que você seria diferente.